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Duda Garbi: eu quero casar com o Kannemann

Fonte: GaúchaZH   •   23 de setembro/2017    •       •   

Duda Garbi: eu quero casar com o Kannemann
Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA
Calma! Ele já é casado, e eu já sou comprometido também. Mas, na última jornada da Rádio Gaúcha, votei no Kannemann como o melhor em campo e fui criticado pelos meus colegas do Sala de Redação. Eu só posso estar cego! Nem mesmo o primeiro tempo arrastado e longe do ideal me faz tirar da cabeça o grande jogo do "Cãonemann". Depois do de fazer o gol no Botafogo, o Grêmio se retraiu. Renato tirou Lucas Barrios, o centroavante, e colocou o volante Jailson. Chamou o adversário para o seu campo e "soube sofrer" (expressão da moda). Mas lá atrás havia um monstro. Um guerreiro. Um exemplo de zagueiro. O gringo foi tão bem que, sabendo das limitações físicas de Geromel, chegou a mudar de lugar. Sacrificou-se, lutou, brigou, jogou-se na bola. Parecia um cachorro louco atrás de uma bolinha quando seu dono a atirar para longe.


Aliás, ele é o reflexo do Grêmio neste momento da temporada. Mesmo escorregando, sendo driblado, ficando no chão, levanta e vai em frente. Renato perdeu peças importantes.

Fundamentais, eu diria. Está buscando a melhor forma de substituir Pedro Rocha lá no lado esquerdo e, nessas últimas partidas, encontrar um dublê de Luan. Mas Kannemann, não. Já saíram por lesão Marcelo Grohe, Edilson, Geromel e até Marcelo Oliveira. O único que não sai é ele. Ele é como aquele bêbado no bar: fica até fechar, é o último a sair. E viciado em Libertadores. Até levantou uma taça, em 2014 — nos eliminando, inclusive, esse desgraçado. Ele sabe o caminho da vitória. Vai nos ajudar, já está ajudando.

Vocês sabiam que Kannemann ama samba? E que ama também o Carnaval do Rio. Até vazou um vídeo do homem sambando — ou melhor: tentando sambar — no vestiário da Arena, na festa do título da Copa do Brasil. Ah, a Copa do Brasil. Vencida com tanta naturalidade e troca fácil de passes no ano passado. Pois esqueçam a naturalidade e a troca fácil de passes. Agora, será diferente. A supremacia técnica dos jogos do Mineirão contra Cruzeiro e Atlético-MG passará bem longe da Libertadores desse ano. Esse ano terá de ser no estilo Walter Kannemann. Na garra. Na raça.

Pensando bem: Kannemann, casa comigo?







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